Plataforma MultiAsset Ativa --/-- --:--

Patrimônio se constrói
com coragem. Se preserva
com inteligência.

Ferramentas institucionais de análise multi-asset, simulação de portfólio e leitura macro para quem leva o patrimônio a sério.

Au
Ouro (XAU/USD)
Spot Price
Ag
Prata (XAG/USD)
Spot Price
Pt
Platina (XPT/USD)
Spot Price
Bitcoin (BTC)
Spot Price
💵
USD / BRL
Taxa de câmbio
Taxa Selic
a.a.
IPCA 12M
acumulado
CDI
a.a.
USD / BRL
comercial
Ibovespa
índice
WTI
petróleo

Cotações

Mercado em Tempo Real

Dados atualizados automaticamente via TradingView


Criptomoedas

Bitcoin & Cripto

Mercado cripto em tempo real — cotações, análise técnica e screener de ativos digitais.

Bitcoin / USD
$ —
Próximo Halving
Abril 2028
~2 anos restantes
Recompensa por Bloco
3,125 BTC
4º halving (abr/2024)
Oferta Circulante
~19,7M BTC
de 21M limite total
Volatilidade Anual
~85%
vs ~15% equities
Bitcoin — BTC/USD
Ethereum — ETH/USD

Ferramentas

Simuladores de Investimento

Cada ativo simulado individualmente com gráfico técnico em tempo real e projeção por cenários.

Au
Ouro
GOLD / USD · oz troy
$ —
Conservador
+4% a.a.
Resolução diplomática rápida do conflito no Golfo Pérsico remove o prêmio geopolítico. Fed mantém juros elevados por mais tempo (>4% a.a.), dólar forte comprime o ouro. Demanda de joalheria asiática desacelera com câmbio desfavorável. Retorno real próximo de zero em termos de USD.
Valor final da carteira
$ —
Moderado
+9,3% a.a.
Conflito no Estreito de Ormuz se prolonga por 4–8 semanas com normalização gradual. Fed inicia ciclo de cortes no 2º semestre de 2026, dólar perde força. Bancos centrais emergentes (China, Índia, Brasil) ampliam reservas em ouro. Prêmio de incerteza geopolítica sustentado.
Valor final da carteira
$ —
Agressivo
+15% a.a.
Escalada total do conflito Irã–EUA–Israel bloqueia Ormuz por meses. Recessão global, inflação estruturalmente acima de 5% e desconfiança no sistema bancário disparam o rali de refúgio. Brent acima de US$ 110 retroalimenta a demanda por ouro. Histórico: +32% em 2007, +27% em 2011.
Valor final da carteira
$ —
Gráfico Técnico — Ouro (XAU/USD)
Ag
Prata
SILVER / USD · oz troy
$ —
Conservador
+3% a.a.
Desaceleração da manufatura global comprime a demanda industrial, que representa ~50% do consumo de prata. Choque de petróleo eleva custos de produção sem contrapartida de preço. Dólar forte e juros do Fed acima de 4% sustentam ratio ouro/prata acima de 90x, deprimindo a prata relativa ao ouro.
Valor final da carteira
$ —
Moderado
+8,5% a.a.
Demanda solar fotovoltaica cresce ~6% a.a. impulsionada por metas climáticas globais. O rali do ouro geopolítico puxa a prata com defasagem histórica. Ratio ouro/prata converge de 90x para 75–80x à medida que o ciclo de juros do Fed se inverte em 2026–2027.
Valor final da carteira
$ —
Agressivo
+18% a.a.
Aceleração massiva da transição energética combinada com o rali do ouro geopolítico. Subsídios verdes dos EUA e Europa catapultam demanda por painéis solares. Déficit estrutural de oferta (mineração em declínio). Ratio ouro/prata retorna à paridade histórica de 50–60x. Histórico: +170% em 2010–2011.
Valor final da carteira
$ —
Gráfico Técnico — Prata (XAG/USD)
Pt
Platina
PLATINUM / USD · oz troy
$ —
Conservador
−5% a.a.
Aceleração da eletrificação europeia reduz a frota diesel, principal destino dos catalisadores de platina (~40% da demanda). Choque de petróleo desacelera a manufatura global e comprime investimentos industriais. África do Sul (70% da oferta global) mantém produção elevada sem contrapeso de demanda suficiente.
Valor final da carteira
$ —
Moderado
+6% a.a.
Platina consolida posição como metal do hidrogênio verde. Células de combustível para caminhões pesados, trens e geração distribuída criam demanda estrutural crescente. Crise energética pós-conflito acelera investimentos em energia limpa. Déficit de oferta projetado para 2027–2028 sustenta o preço no médio prazo.
Valor final da carteira
$ —
Agressivo
+20% a.a.
Choque de petróleo e crise energética global tornam o hidrogênio verde politicamente urgente. Subsídios massivos da UE e EUA disparam demanda por células de combustível — todas usando platina como catalisador. Platina negocia com desconto de 50%+ frente ao ouro; reversão para o ratio histórico de 1:1 representa valorização de 200%+ nos níveis atuais.
Valor final da carteira
$ —
Gráfico Técnico — Platina (XPT/USD)
Bitcoin
BTC / USD · Spot Price
$ —
Alto risco: Bitcoin é o ativo mais volátil desta plataforma. Quedas de 50–80% já ocorreram em ciclos anteriores. Nunca invista mais do que está disposto a perder integralmente. Próximo halving: abril 2028.
Conservador
−60% total
Capitulação de ciclo amplificada pelo risco-off geopolítico. Correlação com ativos de risco aumenta em momentos de crise — Bitcoin cai junto com Nasdaq. Aperto regulatório severo, colapso de exchange sistêmica ou vulnerabilidade criptográfica. Histórico: drawdowns de 84% (2018) e 77% (2022). Cenário assume perda de 60% do capital total investido.
Valor final da carteira
$ —
Moderado
+40% a.a.
Ciclo pós-halving de abril 2028 sustenta valorização estrutural. ETFs spot já aprovados nos EUA e Europa ampliam a demanda institucional contínua. Tesourarias corporativas e soberanas diversificam para BTC como hedge inflacionário — especialmente relevante com IPCA acima de 4,5% e Selic em 14,50%. Média histórica dos ciclos pós-halving: +350%.
Valor final da carteira
$ —
Agressivo
+120% a.a.
Adoção soberana e supply shock simultâneos. Instabilidade do sistema financeiro global (inflação + conflito geopolítico) acelera a busca por ativos descentralizados. Bancos centrais diversificam reservas para BTC. Halving de 2028 reduz emissão pela metade no pico da demanda institucional. Histórico: +305% em 2020, +1300% em 2017.
Valor final da carteira
$ —
Gráfico Técnico — Bitcoin (BTC/USD)
Comparador de Ativos

Configure os parâmetros de cada ativo e compare as projeções no mesmo gráfico

Au Ouro
Taxa9,3%
Ag Prata
Taxa8,5%
Pt Platina
Taxa6,0%
₿ Bitcoin
Taxa40%
Prazo de comparação 10 anos
Modo de exibição
Escala Y
💡 "Índice base 100" é ideal para comparar ativos com valores muito diferentes
AtivoInvestido TotalValor FinalRetornoCAGR
Ajuste os parâmetros acima para gerar a comparação
Gráficos Técnicos — Comparação Visual
Au Ouro — XAU/USD
Ag Prata — XAG/USD
Pt Platina — XPT/USD
₿ Bitcoin — BTC/USD

Portfolio

Alocação de Portfólio

Portfólio completo com distribuição entre renda fixa, metais, cripto e reserva estratégica.

Valor total do portfólio R$ 500.000
Perfil de investidor
Portfólio balanceado entre proteção e crescimento real. Selecione também o cenário macro para ver o impacto combinado no gráfico de projeção.
Cenário macro
Ciclo de cortes do BCB em andamento (−0,25pp em mar e abr/2026); Selic em 14,50%, incerteza geopolítica moderada e desinflação gradual.
Renda Fixa
NTNB11 ETF IPCA+ B3 · ETF NTN-B · duration intermediária R$/cota
30% R$ 150.000
CDI / Selic Tesouro Selic (SELIC) · D+0 · liquidez imediata % a.a.
25% R$ 125.000
Metais Preciosos
Ouro (XAU) ETF · ouro físico internacional
15% R$ 75.000
Prata (XAG) ETF · prata spot internacional
5% R$ 25.000
Platina (XPT) ETF · platina spot internacional
5% R$ 25.000
Cripto & Alternativo
Bitcoin (BTC) ETF spot ou custódia direta
10% R$ 50.000
Reserva Estratégica
Reserva de Oportunidade CDI / Selic · D+0 · colchão de liquidez
15% R$ 75.000
Total alocado 100% do portfólio distribuído
R$ 500.000
Distribuição do Portfólio
Total
R$ 500K
NTNB11 30%
CDI 25%
Ouro 15%
Bitcoin 10%
Prata 5%
Reserva 15%
Nota: Esta alocação é sugestão educacional baseada em perfis genéricos de risco. Os percentuais somam 100% do portfólio total. Cada investidor deve avaliar sua situação financeira, horizonte e tolerância a perdas com um assessor qualificado.
Análise Comparativa

Projeção do Portfólio vs Benchmarks

Combine o perfil de investidor (alocação) com o cenário macro (retornos dos ativos) para ver o impacto real no seu portfólio.

Horizonte
Cenário
DI1F27 (Selic implícita B3) 14,50% → 12% a.a.
NTNB11 (ETF IPCA+) IPCA + 7,5% a.a.
Perfil × Cenário Moderado × Base
IPCA projetado 5,5% → 4,5% a.a.
Estratégia Retorno Total Retorno Real (acima IPCA) CAGR R$ 500K vira
Premissas: Selic em 14,50% a.a. (após cortes de 0,25pp em mar/2026 e abr/2026) com convergência para 12% ao longo de 2027 (Focus). IPCA converge de 5,5% para 4,5% a.a. NTN-B projetada com spread IPCA+7,5% (nível de mercado jun/2026). Os retornos dos ativos (ouro, prata, platina, BTC) variam conforme o cenário macro selecionado; a alocação percentual varia conforme o perfil de risco. Cenário pessimista: geopolitica deteriorada, juros altos por mais tempo, cripto em queda. Base: normalização gradual. Otimista: dólar fraco, fluxo para ativos reais, ciclo cripto positivo. Valores simulados não constituem garantia de retorno.
Cenário Global · Junho 2026

Panorama Macroeconômico

Negociações EUA–Irã em curso · COPOM reúne 16–17/Jun · Selic 14,50% · Ouro a US$ 4.211/oz
O cessar-fogo vigente desde abril avança: negociações EUA–Irã chegam a US$84/barril, dissipando quase integralmente o prêmio geopolítico embutido desde fevereiro. O Brent recuou de US$ 91 (piso de maio) para US$ 84 — retornando ao patamar pré-conflito. No Brasil, o COPOM reúne-se em 16–17 de junho com mercado projetando manutenção da Selic em 14,50% a.a. O Boletim Focus de maio projeta IPCA de 4,89–4,92% para 2026 (9ª semana consecutiva de revisão altista, acima do teto da meta de 4,5%). O Real cedeu para R$ 5,06–5,17/US$, pressionado por diferencial de juros comprimido e aversão ao risco global. O ouro negocia a US$ 4.211/oz; Bitcoin a ~US$ 63.000–65.000 em ambiente de cautela (Fear & Greed = 11).
COPOM 16–17/JUN
Canais de Transmissão Macro
Impacto direto nas variáveis de mercado global
Variável Direção Mecanismo principal
Petróleo (Brent) ~ Recuo para US$ 84 (−12% do pico); prêmio geopolítico praticamente dissipado com avanço das negociações EUA–Irã
Inflação Global ~ Brent mais alto em junho reanima pressões de custo; desinflação de serviços ainda travada; Fed mantém postura restritiva
Juros (Fed / BCB) ~ Fed em pausa (3,50–3,75%); COPOM reúne 16–17/jun — manutenção em 14,50% amplamente esperada; próximo corte projetado para H2/2026
PIB Global ~ Petróleo mais alto pressiona custos industriais; crescimento segue modesto sem resolução do conflito
Dólar (DXY) ~ Fed em pausa sustenta o dólar; geopolítica mantém demanda por safe haven; DXY sem tendência clara
Real (BRL) Real cede para R$ 5,06–5,17; diferencial de juros Brasil–EUA comprimido, risco fiscal doméstico e aversão ao risco global pesam
Ouro ~ US$ 4.211/oz em 13/jun; demanda por hedge recua sem escalada formal, mas patamar historicamente elevado sustenta o preço
Bitcoin Fear & Greed = 11 (medo extremo); BTC ~US$ 63–65k; correlação com ativos de risco amplificada em ambiente de aversão global
Impacto Específico — Brasil
Reflexos sobre COPOM, IPCA e câmbio
SELIC e COPOM — Decisão em 16–17/Jun
O COPOM se reúne em 16–17 de junho de 2026. O BCB cortou 0,25pp em março (15% → 14,75%) e mais 0,25pp em abril (14,75% → 14,50%). O comunicado de maio não sinalizou direção futura, citando "forte aumento da incerteza" — leitura que o mercado interpreta como pausa cautelosa diante de inflação resistente e geopolítica instável. O Focus projeta IPCA de 4,89–4,92% para 2026 (9ª semana consecutiva de alta, acima do teto da meta de 4,5%) e Selic terminal de 13,25–13,50% ao fim de 2026. Próximo corte, se houver, projetado apenas no H2/2026.
Câmbio e Contas Externas
O Real cedeu para R$ 5,06–5,17/US$ em junho, após faixa de R$ 5,02–5,06 no fechamento de maio. Os drivers: diferencial de juros Brasil–EUA comprimido (Selic em queda vs. Fed em pausa), aversão ao risco global e incertezas fiscais domésticas. Para exportadores (soja, carne, minério, petróleo bruto), o câmbio depreciado amplifica receita em reais. Para importadores e inflação de custo, é pressão adicional. O Focus projeta câmbio em R$ 5,17 ao fim de 2026 — nível já atingido.
Renda Fixa — NTN-B em Máxima Real
A NTN-B negocia a IPCA + 7,50% a.a. em junho — a maior taxa real entre países emergentes (vs. México 4,14%, África do Sul 3,86%, Polônia 2,89%). O prêmio está 2–3 p.p. acima do equilíbrio histórico de 4,5–5,5% para o Brasil. Para quem compra e segura até o vencimento, o juro real é extraordinário — especialmente para carteiras com horizonte de 5–15 anos. CDI e pós-fixados seguem competitivos no curto prazo enquanto Selic se mantiver em 14,50%.
Petrobras e Energia
Com o Brent recuando para US$ 84 — abaixo do patamar de US$ 91 (piso de maio) — a tração de receita de PETR3/4 se inverte: petróleo mais barato comprime faturamento em USD. O câmbio depreciado atenua parcialmente a queda em reais. O dividend yield elevado segue como atrativo defensivo, mas o catalisador de curto prazo enfraqueceu. Risco político de interferência em preços permanece latente.
Impacto Setorial (Microeconômico)
Setores Beneficiados
  • Aéreas e Logística — Brent em US$ 84 reduz custo de combustível; margem operacional se recupera
  • Agronegócio Exportador — câmbio R$ 5,06–5,17 amplifica receita em reais; soja, carne e minério favorecidos
  • Renda Fixa Brasil (NTN-B e CDI) — IPCA+7,50% a.a., maior juro real entre emergentes; Selic em 14,50%
  • Financeiro e Bancos — spread bancário favorecido por Selic elevada; inadimplência ainda controlada
  • Exportadores em Geral — real fraco amplia margem em reais para toda a cadeia exportadora
Setores Penalizados
  • Petrolíferas (PETR3/4) — Brent em US$ 84 comprime receita vs. expectativas; catalisador de curto prazo enfraquece
  • Importadores e Varejo — câmbio R$ 5,06–5,17 encarece estoque; repasse inflacionário difícil
  • Tecnologia e Cripto — Bitcoin em medo extremo (Fear & Greed = 11); apetite a risco global comprimido afeta valuations
  • Defesa e Aeroespacial — desescalada relativa reduz o catalisador de curto prazo
  • Seguradoras Marítimas — prêmios recuando enquanto negociações Ormuz avançam sem ruptura
Cenários para o Brent
  • Acordo formal assinado e Ormuz reaberto (cenário atual — US$84): Brent US$ 80–86; prêmio geopolítico praticamente dissipado; aéreas, varejo e transportes se beneficiam
  • Negociações travam sem fechamento: Brent retorna a US$ 88–95; volatilidade em torno das manchetes; prêmio geopolítico parcialmente reativado
  • Reescalada do conflito Irã–EUA: Brent volta a US$ 100–120; choque de oferta retorna; inflação global recrudesce
  • OPEP+ acelera cortes com demanda fraca: Brent abaixo de US$ 80; pressão deflacionária sobre commodities; petrolíferas pressionadas
  • Acordo + crescimento global fraco: Brent US$ 75–82; desinflação de energia acelera; bancos centrais abrem espaço para cortes mais rápidos
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